Preço e disponibilidade na hora
Cliente pergunta por um produto e recebe valor, variações disponíveis e formas de pagamento sem esperar.
No comércio, quase toda conversa de WhatsApp é a mesma sequência: “quanto custa?”, “tem na cor X?”, “parcela em quantas vezes?”, “vocês entregam?”. São perguntas rápidas, mas em volume elas consomem o dia inteiro de quem deveria estar vendendo no balcão. O Autoly responde todas na hora, guarda quem se interessou e avisa quando o produto que faltava chegou.
Sem cadastro: você conversa com um bot real e marca um horário de teste.
Cliente pergunta por um produto e recebe valor, variações disponíveis e formas de pagamento sem esperar.
Quantas vezes, com ou sem juros, valor da parcela. A dúvida que trava a compra é respondida na hora.
Produto em falta vira lista de espera. Quando repõe, o bot avisa quem perguntou — venda que normalmente se perde.
Cliente reserva pelo WhatsApp e retira no balcão. Você segura a venda sem segurar o estoque no escuro.
Para autopeças e materiais, o bot coleta o que precisa (modelo, ano, medida) antes de passar para o vendedor.
À noite e no domingo, quando a loja está fechada e o cliente está pesquisando, o bot continua respondendo.
Nenhuma loja considera “responder WhatsApp” uma tarefa que consome tempo — até alguém somar. Dez, vinte, cinquenta mensagens por dia, quase todas com as mesmas quatro perguntas: preço, disponibilidade, parcelamento e entrega. Cada uma leva um ou dois minutos, e o total costuma passar de uma hora diária de alguém que deveria estar atendendo quem está dentro da loja.
Pior que o tempo é o momento. A mensagem chega quando o vendedor está com um cliente na frente, e a resposta sai vinte minutos depois — quando a pessoa já perguntou em outro lugar. No comércio, a velocidade de resposta é parte do preço: um produto igual, com valor igual, perde para quem respondeu primeiro.
Duas situações drenam venda em qualquer loja e quase nunca aparecem em relatório. A primeira é o produto em falta: o cliente pergunta, ouve “acabou”, e a conversa morre ali — mesmo quando o item volta ao estoque na semana seguinte. A segunda é o interessado que perguntou o preço e sumiu, sem nenhum retorno depois.
As duas se resolvem com registro e lembrete, não com esforço. Quando quem perguntou por um item indisponível entra numa lista e recebe aviso na reposição, uma parte razoável dessas conversas vira venda. É o tipo de trabalho que ninguém faz manualmente por falta de tempo, e que roda sozinho quando está automatizado.
Não necessariamente. A maioria das lojas cadastra os itens mais perguntados — que costumam concentrar a maior parte das dúvidas — e deixa o resto para o vendedor. Também dá para começar só com as categorias e as faixas de preço, e ir detalhando conforme você vê o que as pessoas mais perguntam.
Ele trabalha com o que você cadastrou no Autoly. Integração automática com sistema de estoque ainda não existe, então itens que mudam de disponibilidade o tempo todo pedem atualização manual. Para o caso mais comum — item em falta virar aviso de reposição — isso funciona bem, porque você marca a reposição uma vez e o bot avisa todo mundo da lista.
Serve, com um cuidado: o valor está em coletar as informações certas antes de passar para o vendedor. Modelo, ano, versão e motor eliminam a ida e volta que normalmente leva várias mensagens. A recomendação é usar o bot para qualificar e deixar a confirmação da peça com quem entende.
Quando alguém pergunta por um item indisponível, o bot oferece avisar na reposição e guarda o contato. Ao marcar o produto como disponível de novo, quem estava na lista recebe a mensagem. É uma recuperação de venda que, sem automação, praticamente ninguém faz.
Ele percebe que a resposta foi rápida. O tom é configurável e a conversa é em português natural, mas o Autoly não finge ser uma pessoa — e quando a conversa sai do que ele sabe responder, chama um vendedor de verdade em vez de improvisar.
Crie sua conta gratuita e conecte seu WhatsApp em minutos. Assinatura Starter por R$ 79,90/mês, cancele quando quiser.